Ponto de Cultura

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O Manso Kilembekweta Lemba Furaman – Terreiro de Jauá foi reconhecido como Ponto de Cultura, conforme Homologação através de Portaria  n° 183 de Edital nº 001/2008 da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SECULT.

Mantenedora de diversos projetos sociais e culturais, O Ponto Terreiro de Jauá fomenta as atividades de manutenção do seu repertório cultural e histórico, além de estabelecer uma relação interacional com as comunidades circunvizinhas ao terreiro.

A Associação Beneficente Casa de Oxalá (ASSOBECO) intermedia os projetos e os desenvolve com o intuito de ampliar suas atividades e criar metodologias para a preservação de sua identidade e religiosidade.

Sobre o Ponto de Cultura

Cidade: Camaçari
Terreiro de Jauá – Templo de Cultura

Proposta: Capacitação em artesanato, oficinas de corte e costura, bordado, cine-clube, ervas medicinais e gastronomia baiana. Catalogação, organização e restauração do acervo bibliográfico e fotográfico do terreiro.

Contatos:

Por telefone:  (71) 3623 2598/ 3623 3861

Por email: kiazala@hotmail.com, lipercio@hotmail.com, terreirodejaua@yahoo.com.br

Visite o site: www.terreirodejaua-ba.kit.net

Endereço físico: Rua A, s/n, Lote 4/5, Quadra B, Água Fria, Jauá, Vila de Abrantes, Camaçari-BA.

CEP: 42 840 992
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Recentemente recebemos diversos comentários preconceituosos que não cabe aqui divulgar. Alertamos aos incitadores que tais atitudes podem ser definidas como prática, indução ou incitação de preconceito de raça, cor, etnia e religião. O crime está previsto no artigo 20 da Lei nº 7716/89, com pena de reclusão, que pode variar de 1 a 3 anos e multa. Se for cometido por intermédio dos meios de comunicação (como a Internet), a pena pode ser agravada de 2 a 5 anos e multa, conforme o parágrafo 2º da mesma Lei.

1 Comentário

  1. Laura disse,

    14 Novembro 2009 às 11:25 pm

    Conhecer o Terreiro de Jauá foi para mim uma experiência maravilhosa!
    Tantas coisas absurdas eu ouvira na vida sobre as religiões africanas…
    Todo o preconceito que me incutiram desde criança já vinha sendo derrubado ao conhecer pessoas que frequentam, amam e trabalham neste lugar.
    Finalmente, presenciar o ritual da saída de Muzenza e toda sua energia representou, ao mesmo tempo, desmistificação do paradigma e aproximação com os entes da natureza.


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